A um pequeno passo de chegar às meias-finais do Campeonato do Mundo de Futsal, realizado no Taiwan, pautou-se por brilhante a participação da Selecção Nacional de Futsal, que mostrou capacidade para chegar mais longe na competição.
A Selecção Portuguesa viu goradas as expectativas de chegar mais longe na competição num jogo decisivo frente à sua congénere de Espanha, após ter alcançado a segunda fase de grupos do campeonato.
O Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, enalteceu a participação da equipa lusa referindo que “foi brilhante a participação de Portugal no Campeonato do Mundo de Futsal. Esta Selecção honrou mais uma vez o futebol português, e apesar da sua eliminação a um passo das meias-finais, não deixou de encher de orgulho todos os portugueses. A eliminação num jogo decisivo com a Espanha - marcado, ao que nos parece, por alguns equívocos da equipa de arbitragem - não deve ser retirar mérito a uma equipa que teve um comportamento exemplar, do agrado de todos, ao longo da competição.”
Fonte: site oficial FPF
quinta-feira, dezembro 02, 2004
Futsal honrou o futebol português
quarta-feira, dezembro 01, 2004
Espanha 3-1 Portugal: O fim do Sonho
Terminou esta noite (princípio da tarde em Portugal Continental) o sonho da Selecção Nacional de Futsal de chegar às meias-finais do Campeonato do Mundo da modalidade, um feito alcançado há quatro atrás, na Guatemala, onde a Equipa das Quinas alcançou um brilhante terceiro lugar.
Hoje, Portugal não teve a sorte do jogo pelo seu lado e sucumbiu perante a Campeã do Mundo em título que, em boa verdade, não mostrou durante os 40 minutos de jogo ser superior à nossa Selecção.
A partida entre as duas formações Ibéricas ficou, aliás, pautada pelo equilíbrio. A Espanha, que teria forçosamente de vencer, entrou muito pressionante, como lhe competia, a procurar tomar as rédeas da partida. No entanto, encontrou pela frente uma Selecção Nacional muito concentrada a apostar no contra-ataque e no bom momento de forma de Joel Queirós para chegar com perigo às redes espanholas.
Foi nesta toada que a Espanha se adiantou no marcador, aos 6 minutos, por intermédio de Marcelo. A festa de ‘nuestros hermanos’ não durou, no entanto, mais que uns meros segundos, uma vez que Joel finalizou com competência um livre directo português. Os Campeões do Mundo pareceram ter acusado o toque e Portugal aproveitou para serenar o ímpeto adversário.
O minuto 11 ficou registado na história do jogo com a marca da infelicidade para as cores nacionais. Primeiro, foi Joel que isolado diante do guarda-redes contrário não conseguiu desfeitear Luis Amado. Na resposta, a Espanha voltou a adiantar-se no marcador, com Fran Serrejon a concluir o contra-golpe da formação de Javier Lozano.
Já perto do final dos primeiros 20 minutos, e depois do capitão nacional, André Lima, ter atirado uma bola ao poste, surgiu a expulsão de João Benedito, num lance controverso em que o guarda-redes português cortou de carrinho um lance de ataque da equipa espanhola.
A etapa complementar mostrou uma Selecção Nacional a dominar por completo as operações e a tentar encontrar o caminho para as redes adversárias. Foram inúmeras as oportunidades e remates perigosos desferidos pelos nossos atletas, mas a superior exibição de Luis Amado, numas ocasiões, e a falta de sorte (com nova bola no ferro), noutras, impediram que Portugal pudesse festejar o golo do empate.
Quem acabou por marcar foi de novo Marcelo (30 minutos) que fechou as contas da partida.
Portugal sai deste Mundial com o sentido de dever cumprido, demonstrando inequivocamente que é uma das grandes potências da modalidade, numa competição que surpreendeu pelo equilíbrio patenteado pelas principais selecções europeias e sul-americanas.
Fonte: site oficial da FPF
terça-feira, novembro 30, 2004
Portugal ultrapassa checos e fica a um ponto das meias -finais
Os primeiros minutos do encontro foram, assim, de intenso domínio luso, não admirando que a nossa Selecção se tivesse posto na situação de vencedora logo à passagem do terceiro minuto, através de Joel Queirós.
Portugal jogava bem e tentava cimentar a sua vantagem no marcador, perante uma formação checa que parecia incapaz de reagir. No entanto, o tento inaugural dos anfitriões do próximo Campeonato da Europa, alcançado ao sétimo minuto, por Vit Blazej, na sequência de um livre, abanou com a estrutura portuguesa.
Apesar de Joel ter colocado a Equipa das Quinas de novo na liderança do marcador, aos dez minutos, a verdade é que a nossa Selecção nunca mais foi a mesma, coleccionando erros defensivos. Com alguma infelicidade à mistura, os pupilos de Orlando Duarte viram-se pela primeira vez em desvantagem aos 16 minutos, depois dos tentos de Roman Musial e Martin Dlouhy.
Com o relógio a avançar rapidamente para o final do primeiro tempo, Ivan conseguiu diminuir os ‘estragos’, ao igualar o encontro a três bolas e dando um novo ânimo à formação portuguesa. O resultado com que se atingiu o intervalo tinha um sabor amargo, até porque sentia-se que a Selecção portuguesa tinha argumentos mais que suficientes para bater a República Checa.
Os segundos 20 minutos mostraram o que de melhor Portugal já fez neste Campeonato do Mundo. Os tentos madrugadores de André Lima (22 m.) e Gonçalo (23 m.) ajudaram a equipa a soltar-se e obrigaram os checos a ‘correr atrás do prejuízo’. O jogo ficou ainda mais aberto, com os nossos jogadores a mostrarem todos os seus recursos.
Leo (33 m.) e Gonçalo (34 m.) sentenciaram a partida e deram forma a uma goleada anunciada. Até final, a República Checa reduziu a desvantagem, por intermédio de Vit Blazej (38 m.) e Joel fechou as contas do encontro, no minuto seguinte, na transformação de um livre de dez metros.
Com este resultado, Portugal fica a apenas um ponto de distância das meias-finais do Campeonato do Mundo de Taiwan. Com a previsível vitória dos transalpinos diante da formação do leste europeu, cabe às duas selecções ibéricas a luta pela derradeira vaga nas meias-finais.
Caso a Equipa das Quinas triunfe, os comandados de Orlando Duarte poderão, mesmo, alcançar o primeiro lugar do Grupo E, desencontrando-se assim do Brasil, o mais que provável vencedor do agrupamento F.
Quarta-feira é, então, dia de emoções fortes!
Fonte: site oficial FPF
segunda-feira, novembro 29, 2004
Declarações dos protagonistas
Orlando Duarte
Satisfeito com o resultado, mas não tanto com a exibição da Selecção Nacional nos primeiros 23 minutos da partida. Foi desta forma que Orlando Duarte surgiu na Sala de Imprensa no final do encontro que colocou frente a frente Portugal e a Itália, naquele que foi o primeiro jogo das duas formações na segunda fase do Campeonato do Mundo de Futsal.
“Entrámos com algum descontrole emocional”, reconheceu o responsável técnico luso, que lembrou que “provavelmente oitenta por cento dos jogadores portugueses estão pela primeira vez a disputar um Mundial”. “Durante a primeira parte e os três minutos iniciais da segunda a equipa não esteve bem. Cometemos muitos erros e fomos obrigados a corrigi-los. Em termos defensivos não estivemos tão certos, pressionámos mal as linhas de passe e a bola”, referiu.
Ainda assim, Orlando Duarte afirmou que, apesar da sua formação ter ficado aquém daquilo que esperava, nomeadamente no período já referenciado, “em termos de atitude não há nada a apontar” aos atletas, garantindo que a equipa não teve falta de ambição.
Para o treinador português, a nossa Selecção teve “alguma sorte” na forma como passou incólume pela fase de maior pressão dos transalpinos - três minutos iniciais da etapa complementar - mas, passado esse período, Portugal “foi melhor e criou mais oportunidades para marcar”. “Nos últimos 17 minutos já estivemos ao nosso nível, acabando mesmo a partida com maior tempo de posse de bola do que a Itália”, precisou.
Orlando Duarte lembrou, por outro lado, que o adversário de hoje “não é uma equipa qualquer”, sendo mesmo apontada como uma das mais sérias pretendentes ao título. “Ontem li algumas declarações de jogadores italianos, nas quais os atletas apenas se referiam apenas à Espanha e à República Checa [como candidatos à passagem às meias-finais]. Hoje demos a devida resposta. Pela forma como decorreu o jogo, fiquei feliz com o empate, mas ficaria muito mais se tivéssemos ganho”, afirmou.
Elogios a Israel
“Não gosto de individualizar as prestações dos meus jogadores, mas hoje vou fazê-lo até porque o atleta de quem vou falar não tem sido muito utilizado: o Israel esteve excepcionalmente bem. Fez um jogo fabuloso”, prosseguiu o técnico nacional, acrescentando: “É assim que os jogadores devem funcionar, ou seja, devem demonstrar aos treinadores que merecem jogar mais tempo e ele hoje demostrou-me isso mesmo”.
Sobre a partida de amanhã, diante da República Checa - “uma equipa muito compacta”, Orlando Duarte considera que vai ser “mais uma final”, para a qual Portugal partirá com a aparente de vantagem de saber à partida o resultado do encontro entre a Espanha e a Itália, que se realiza duas horas antes. “Ficamos com margem de manobra para saber aquilo que devemos fazer”, explicou.
Outros protagonistas
Marcelinho
“Entrámos um pouco adormecidos e com receio de atacar. Essa postura prejudicou-nos porque gostamos de jogar de forma ofensiva. Passámos por sérios problemas e a Itália teve algumas hipóteses de se adiantar no marcador, mas o João Benedito fez hoje uma grande exibição. A partir dos primeiros minutos da segunda parte, conseguimo-nos soltar e passámos a dominar o jogo, até porque a Itália acusou um pouco o esforço.
É complicado jogar partidas tão intensas em tão curto espaço de tempo, mas é o calendário e já sabíamos que seria assim. Quem entra para dentro de campo não pode economizar forças, não pode pensar no próximo jogo, porque o encontro actual é sempre o mais importante.
O jogo com a República Checa vai ser muito difícil. Vamos precisar de correr muito para levarmos de vencidos os checos. São jogadores muito fortes fisicamente, que defendem muito e partem com perigo para o contra-ataque. Temos de ter paciência e acreditar sempre na vitória”.
Formiga
“Entrámos um pouco ansiosos e não conseguimos seguir as instruções do Seleccionador Nacional. Com o decorrer do jogo soltámo-nos mais. Nos últimos dez minutos tivemos o domínio completo do jogo. Acho que a equipa se portou bem, atendendo ao valor da Itália. Tivemos a estrelinha da sorte e um guarda-redes muito concentrado. Não tivemos tantas oportunidades como a Itália, mas aquelas que tivemos foram mais flagrantes.
O jogo com a República Checa vai ser mais um daqueles jogos imprevisíveis. Os checos são muito fortes fisicamente e constituem uma boa Selecção. É uma equipa que está ao nosso alcance, mas para isso teremos de trabalhar muito”.
Gonçalo
“Defrontámos uma grande equipa, recheada de excelentes jogadores que actuam em campeonatos muito competitivos. Os italianos estão habituados a jogar nestas competições de grande responsabilidade. Além de uma ponta de sorte, acho que jogámos muito bem e poderíamos, até, ter ganho o jogo.
Amanhã, vamos ter um jogo completamente diferente. Imagino que a República Checa vá defender no seu meio campo, muito atrás, pelo que teremos de ter muita paciência e estar muito concentrados. Teremos de assumir mais as despesas do jogo, até porque essa partida poderá significar a qualificação”.
Israel
“É óptimo saber que o Seleccionador Nacional destacou a minha exibição, mas o mais importante foi o colectivo e o facto de termos conseguido alcançar um bom resultado. Sinto-me bem ao ouvir essas palavras que me dão mais força para o futuro. Em certas alturas do jogo de hoje - principalmente nas bolas que bateram nos postes - tivemos alguma felicidade, mas não há campeões sem sorte. Continuamos a pecar na finalização, a falhar muitos golos. Criamos muitas oportunidades, mas não conseguimos concretizá-las e esse é um aspecto a rever. Em quatro jogos temos apenas um golo sofrido, o que é de louvar numa modalidade como o Futsal.
Amanhã queremos ganhar à República Checa para que possamos depender só de nós para alcançarmos a qualificação para as meias-finais na última partida com a Espanha”.
Fonte: site oficial FPF
Solidez defensiva na base de empate suado
Em boa verdade, a nossa Selecção demorou quase 23 minutos a entrar na partida, mostrando-se algo ansiosa e incapaz que assentar o seu jogo, perante a intensa pressão que os italianos colocaram sobre o último reduto nacional. Durante os primeiros 20 minutos, a Itália foi criando diversas oportunidades para marcar, entre as quais um remate potente ao poste da baliza à guarda de João Benedito.
Valeu a Portugal, nesta fase, a tarde de inspiração do número um luso que foi travando as intenções ofensivas dos italianos que, até ao intervalo, remataram mais vezes e tiveram mais posse de bola. Portugal ia respondendo como podia, em contra-ataque, com Joel e André em plano de destaque no desperdício das duas melhores oportunidades de golo.
Os segundos 20 minutos começaram com a Itália a entrar de rompante e a tentar, de forma frenética, chegar à vantagem. Foram três minutos complicados para Portugal, que se viu empurrado para os últimos metros de terreno, com João Benedito a mostrar porque é justamente considerado como um dos melhores guarda-redes do Mundo. E foi precisamente durante esta fase, que a nossa Selecção viu brilhar a estrelinha da sorte que, espera-se, seja prenúncio de grandes feitos neste Mundial.
Passada a tormenta - que contemplou nova bola no poste -, a Selecção Nacional iniciou um período de 17 minutos, até ao final do encontro, durante o qual conseguiu sacudir a pressão e assenhorar-se do comando da partida. Com mais tempo de posse de bola, os jogadores portugueses começaram a causar sucessivas situações de perigo junto à área transalpina, vindo ao de cima, mais uma vez, a menor capacidade concretizadora da Equipa das Quinas.
O empate final acaba por ser um resultado que serve as aspirações da nossa Selecção, que mantém bem vivo o sonho de atingir as meias-finais do Mundial de Taiwan.
Uma nota final para referir que esta partida vai ficar para a História dos Campeonatos do Mundo de Futsal, como a primeira a terminar sem golos.
Fonte: site oficial FPF
sexta-feira, novembro 26, 2004
Portugal bate Cuba (5-0) e garante qualificação
Não fora a tarde de desinspiração dos jogadores portugueses no momento da finalização e a Selecção Nacional de Futsal poderia ter alcançado hoje, diante de Cuba, um dos mais volumosos resultados do Campeonato do Mundo da modalidade, que está a decorrer em Taiwan desde o passado dia 21 de Novembro.
Sem nunca ter acelerado muito o ritmo de jogo, mas mesmo assim manietando por completo uma selecção cubana que raramente teve oportunidades para visar a baliza lusa, a Equipa das Quinas cumpriu com competência aquilo que dela se exigia para esta tarde, no Pavilhão NTU, em Taipé: o apuramento para a segunda fase do Mundial.
Diante de um adversário aguerrido, mas sem argumentos para travar o melhor Futsal da nossa Selecção, Portugal demorou um pouco a encontrar as redes adversárias, o que apenas veio a conseguir à passagem do minuto sete, por intermédio de Joel Queirós, que deu a melhor sequência a uma assistência de Luís Silva.
Com a formação caribenha incapaz de reagir, os comandados de Orlando Duarte mantiveram o ascendente na partida e voltariam a marcar volvidos quatro minutos. Ivan facturou o seu primeiro golo neste Mundial e fechou as contas dos primeiros 20 minutos. Uma vantagem escassa para tão grande desnível no Futsal praticado entre as duas selecções.
A segunda parte trouxe mais do mesmo. Ou seja, um domínio avassalador português e uma equipa cubana a tentar evitar o avolumar do marcador. Majó (26’), Joel (31’) e André (39’) fecharam as contas de uma partida com pouca história, mas muito desperdício luso, incluindo um livre da marca dos 10 metros.
A grande ‘aventura’ do Futsal português em Taiwan prossegue já no próximo domingo (28 de Novembro), às 18h00 locais, em Tao Yuan (Pavilhão LNK), quando Portugal medir forças com a Itália, o primeiro adversário da nossa Selecção na segunda fase do Mundial.
República Checa (29 de Novembro - 20h00) e Espanha (1 de Dezembro - 20h00), também em Tao Yuan, serão as restantes selecções que se cruzarão no caminho dos comandados de Orlando Duarte.
Fonte: Site oficial da FPF
quarta-feira, novembro 24, 2004
Portugal 0 - 1 Argentina - Azar e pouca pontaria valem derrota
A derrota (0-1) hoje averbada pela Selecção Nacional de Futsal no seu segundo jogo da fase final do Campeonato do Mundo, diante da Argentina, teve tanto de injusta como de infeliz.
Sem querer beliscar o mérito da selecção das ‘pampas’ - uma formação que assenta o seu jogo num sistema defensivo extremamente eficaz, onde o mais importante parece ser evitar a todo o custo o golo adversário para, depois, se lançar em perigosos contra-ataques -, a verdade é que Portugal foi a melhor equipa em campo, aquela que maior posse de bola teve e que mais remates fez. No fundo, a única que tentou verdadeiramente ganhar a partida.
A história deste terceiro encontro entre portugueses e sul-americanos ficou escrita à passagem do minuto 19, quando a Equipa das Quinas dispôs de um livre de 10 metros que Ivan não conseguiu transformar em golo. Na resposta, a Argentina colocou-se em vantagem, através de um remate imparável de Esteban Gonzalez. Para trás, ficaram 18 minutos que mostraram uma Selecção Nacional dominadora, a controlar a bola e a tentar pacientemente chegar ao tento inaugural.
O intervalo chegou com os argentinos na posição que mais lhes convinha e que assentava como uma luva à sua estratégia. Nos segundos 20 minutos, Orlando Duarte foi obrigado a correr mais riscos, em busca do empate e disso se aproveitou a equipa de Jose Larranaga para criar diversas situações de golo, em jogadas venenosas de contra-golpe.
No final, ficou um certo travo a frustração entre a comitiva e jogadores nacionais, cientes de que poderiam ter alcançado um outro resultado. No entanto, não foi por falta de trabalho e suor que os atletas lusos perderam esta partida.
Agora, o jogo com Cuba, na próxima sexta-feira (26 de Novembro), assume um carácter decisivo. Portugal necessita de vencer e esperar pelo resultado entre Argentina e Irão. Uma vitória robusta diante dos caribenhos será, à partida, suficiente para que a nossa Selecção siga em frente, uma vez que a primeira forma de desempate é a diferença entre o número de golos marcados e sofridos.
Fonte: Site oficial FPF